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STF não pode e nem deve soltar Lula por zaps de Moro

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encaminhou nesta sexta-feira (21) uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) na ...

Insatisfeito com sucesso de Moro na CCJ , editor do The Intercept detona o Senado "Essa sessão do Senado não serve pra nada"



A participação serena do ministro da Justiça, Sérgio Moro, na audiência na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado Federal nesta quarta-feira (19), deixou a imagem do ministro ainda mais convicta entre os defensores da Operação Lava Jato.



Com declarações afirmando não se importar com os vazamentos (desde que se comprovem a autenticidade das conversas) devido a sua conduta em compromisso com as leis democráticas que sempre fora respeitado, Moro demonstrou ainda mais credibilidade e seriedade em seu trabalho no combate à corrupção, respondendo com clareza e objetividade os questionamentos dos senadores.

Apesar de alguns senadores "metralharem" o ex-juiz com tantas perguntas impossíveis de responder devido ao curto tempo destinado a resposta do ministro, esse método sempre foi a "cultura" da casa.

Já o editor-executivo do The Intercept, Leandro Demori, não fora capaz de compreender essa situação, adjetivando a participação de Moro no Senado de "formato péssimo". 

Em sua rede social no Twitter, Leandro declarou que a sessão "não serviu para nada".



Será que quando o jornalista americano Glenn Greenwald ocupar a mesma cadeira que ocupou Moro nesta última quarta-feira, sua participação terá a mesma irrelevância, uma vez que também receberá uma "chuva" de perguntas? Veremos. A audiência de Glenn no Senado está marcada para 1º de julho, data da próxima reunião do conselho.





Veja o tweet do editor-executivo do The Intercept criticando a audiência de Moro no Senado:






 Glenn Greenwald esta com “MEDO” de ser preso

Nesta quinta-feira (20), o jornalista do site “The Intercept Brasil”, Glenn Greenwald usou sua conta no Twitter para divulgar que já está trabalhando com outros jornalistas e revistas e que, caso queiram prendê-lo, teriam de prender muitos jornalistas. Em entrevista ao O Antagonista, o ministro Sérgio Moro respondeu ao apelo de Greenwald dizendo que não se prende jornalistas no Brasil.


Já estamos trabalhando com outros jornais/revistas no arquivo. Significa: 1) mais revelações serão reportados mais rapidamente; 2) ninguém pode alegar que a reportagem tem um viés ideológico; 3) quem quiser prender os que divulgar este material terá que prender muitos jornalistas”, disse Greenwald em seu Twitter.

Questionado por jornalistas sobre a declaração, o ministro Sérgio Moro disse que nenhuma autoridade falou em prender jornalistas.


“Não prendemos jornalistas. Ninguém nesse caso falou em prender jornalistas. Mais uma fantasia ofensiva, desta vez ao Brasil.”


Moro cada vez mais forte, professor de Harvard fala no ‘incrível escândalo que encolheu’

Moro cada vez mais forte, professor de Harvard fala no ‘incrível escândalo que encolheu’



"Sergio Moro, cada vez mais forte"


Matthew Stephenson, professor de direito em Harvard e autoridade na pesquisa sobre corrupção e política, publicou hoje em seu blog Global Anticorruption um longo texto –cuja íntegra, em inglês,  -sob o título “O Incrível Escândalo que Encolheu? Novas Reflexões sobre o Vazamento da Lava Jato”.

Nele, Stephenson escreve que, desde a publicação de seu primeiro texto sobre o assunto, sua opinião “sobre a reportagem de The Intercept mudou um pouco; tendo a pensar que esse ‘escândalo’ é consideravelmente menos escandaloso do que o Intercept relatou ou do que eu acreditava originalmente”.


Os argumentos do professor podem ser resumidos nos seguintes pontos:

1. Ele mantém sua convicção de que os diálogos vazados não tornam sem fundamento a condenação de Lula. Nenhum dos comentários ao seu primeiro texto, afirma Stephenson, “contesta seriamente a minha conclusão de que os textos (…) que apontam as supostas fraquezas jurídicas e probatórias do processo contra Lula mostrem algo além de advogados fazendo um bom trabalho ao se preparar para um caso difícil”.


2. O professor não está convencido de que as mensagens vazadas de setembro de 2018 “deem credibilidade óbvia” (como diz The Intercept) às acusações de que os procuradores da Lava Jato são “ideólogos de direita cuja missão primordial era destruir o PT e impedir o retorno de Lula ao poder”. Para Stephenson, até agora, nenhuma mensagem prova que a hostilidade a Lula e ao PT já existisse em 2015-2016, quando a investigação e o julgamento do petista começaram, tenha influenciado qualquer decisão real do Ministério Público ou tenha sido baseada em motivações ideológicas de direita. Aqui o professor de Harvard lembra que a Lava Jato atingiu pessoas de todo o espectro político, incluindo opositores políticos do petismo, como Michel Temer e Eduardo Cunha.


3. Stephenson agora acredita que talvez tenha sido “rápido demais” ao condenar como ilegítima por si só, em seu texto de quatro dias atrás, a troca de mensagens entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol. Aqui, o professor chama a atenção para características estruturais do sistema de Justiça do Brasil:

“Parece que a maioria das mensagens privadas em questão, talvez todas, estava no contexto não da fase de julgamento, mas sim da fase de investigação –quando o procurador estava fazendo coisas como requerer mandados, intimar testemunhas etc., que o juiz tem de aprovar. Nesse contexto, procurador e juiz podem (na verdade devem) se engajar em comunicações secretas ‘ex parte’. E eu entendo, com base em alguns dos comentários que recebi, que essas conversas provavelmente são mais frequentes no Brasil do que em outras jurisdições, devido a certas características da lei processual brasileira que exigem que o juiz esteja mais envolvido na supervisão da fase de investigação.”


E mais adiante:

“O problema mais geral aqui é que, ao envolver o juiz tão fortemente na supervisão da investigação, o juiz pode começar a se identificar com a acusação e desenvolver um relacionamento excessivamente colaborativo com os procuradores. Isso pode realmente ser um problema, mas, se for esse o caso, não é tanto uma falha ética desse juiz [Moro] em particular (ou desses promotores em particular) quanto um problema estrutural do processo penal brasileiro”.

-Sergio Moro, cada vez mais forte. 

Governador do DF articula a queda de Sérgio Moro



O governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) está articulando entre aliados a queda do ministro da Justiça Sérgio Moro. As investidas têm um objetivo: acabar com a caça ao crime organizado, incluindo corrupção e lavagem de dinheiro.

Se Ibaneis não conseguir derrubar Moro, vai forçar ao menos uma situação para que o ministro se demita.



A trama inclui a transferência do Coaf para o Ministério da Economia e a perda de poderes sobre a Polícia Federal, que sairia da alçada de Moro a partir de uma suposta recriação do Ministério da Segurança Pública.

Ibaneis é advogado por formação. Moro é juiz por qualificação. Ibaneis foi eleito (embora hoje o povo de Brasília o apelide de ‘Enganeis’) e Moro ingressou na magistratura por concurso público.



Os dois são desafetos desde o início do ano, quando Ibaneis começou a atacar Moro. A primeira desavença veio com a transferência, para um presídio de segurança máxima de Brasília, do líder do PCC Marcola.

Ibaneis não gostou da ideia e acusou Moro de ser um despreparado, uma vez que, considerou o governador, abrigar Marcola em uma cela na capital da República colocaria em risco os mais altos poderes da República.

Moro deu o troco. Sugeriu a Ibaneis que estava na hora de o governador cuidar dos bandidos de Brasília, sem, contudo, especificar qual a área de atuação desses bandidos. Ibaneis perdeu a briga e Marcola continua trancafiado em um presídio federal da cidade.



O segundo confronto veio com a autorização de Sérgio Moro de mandar a Força Nacional garantir a segurança na Esplanada dos Ministérios e Praça dos Três Poderes. Ibaneis condenou a decisão, que classificou como uma intervenção branca na segurança pública de Brasília.

A decisão de colocar a Força Nacional nas ruas foi de Moro, mas a ordem partiu do Palácio do Planalto. Mais precisamente do general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

Ibaneis, de novo, engoliu seco. Agora ele incentiva seus aliados no Congresso Nacional a baterem na tecla para tirar o Coaf da tutela de Sérgio Moro.



O Coaf é o órgão responsável por detectar sinais de corrupção e lavagem de dinheiro. Moro, linha dura, não abre mão do controle do órgão, uma espécie de braço-direito da força-tarefa da Operação Lava Jato.

O MDB, partido de Ibaneis Rocha, é um verdadeiro celeiro de corrupção. Suas principais figuras são investigadas ou já foram condenadas e estão presas, denunciadas por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Moro assumiu o Ministério da Justiça e Segurança Pública com carta branca do presidente Jair Bolsonaro. Nessa queda-de-braço não se sabe até onde Ibaneis teria forças para lançar mão de um baralho diferente.
 Rodrigo Maia silencia com resposta de Moro, "o povo brasileiro não aguenta mais"

Rodrigo Maia silencia com resposta de Moro, "o povo brasileiro não aguenta mais"



Sergio Moro respondeu com uma nota, depois de ter sido chamado por Rodrigo Maia de “funcionário de Bolsonaro” e ter sido acusado pelo presidente da Câmara de ter copiado o texto do projeto anticrime apresentado por Alexandre de Moraes, ainda no governo de Michel Temer.

Leia:



“Sobre as declarações do Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, esclareço que apresentei, em nome do Governo do presidente Jair Bolsonaro, um projeto de lei inovador e amplo contra crime organizado, contra crimes violentos e corrupção, flagelos contra o povo brasileiro. A única expectativa que tenho, atendendo aos anseios da sociedade contra o crime, é que o projeto tramite regularmente e seja debatido e aprimorado pelo Congresso Nacional com a urgência que o caso requer. Talvez alguns entendam que o combate ao crime pode ser adiado indefinidamente, mas o povo brasileiro não aguenta mais. Essas questões sempre foram tratadas com respeito e cordialidade com o Presidente da Câmara, e espero que o mesmo possa ocorrer com o projeto e com quem o propôs. Não por questões pessoais, mas por respeito ao cargo e ao amplo desejo do povo brasileiro de viver em um país menos corrupto e mais seguro. Que Deus abençoe essa grande nação.”

Já tramita na Câmara,  pacote anticrime de Sergio Moro, com aumento de 30 anos de pena para 40 no País

Já tramita na Câmara, pacote anticrime de Sergio Moro, com aumento de 30 anos de pena para 40 no País



Começou a tramitar na Câmara o pacote anticrime do Ministro Sergio Moro. O pacote tramita em conjunto com uma proposta mais dura de mudança na legislação penal.

A proposta foi concebida no ano passado por uma comissão de juristas presidida pelo Ministro do STF Alexandre de Moraes.

Um dos pontos do projeto, apresentado no ano passado, é o aumento do tempo máximo que uma pessoa pode cumprir pena no país, que iria de 30 para 40 anos.



Assim como a proposta de Moro, o projeto também dificulta a progressão de penas para criminosos violentos, prevê o “plea bargain” (acordo no qual o suspeito confessa e tem pena menor e processo mais rápido) e aumenta a pena para posse, uso ou comércio ilegal de armas.

-A questão é; Depois daquela demonstração de apoio aos corruptos por Alexandre de morais, alguém ainda confia nele?
Caro leitor; Você acha que ainda o Ministro Alexandre vai apoiar esse projeto?


Sergio Moro tem carta na manga contra o STF, e Bolsonaro poderá impedir os efeitos colaterais de uma decisão do Supremo



julgar crimes comuns ligados ao caixa 2. 
Corrupção e lavagem de dinheiro, entre eles.

CALMA! A LAVA JATO NÃO VAI MORRER! 


Procuradores da Lava Jato se atentaram a um detalhe fundamental para barrar o fim da Lava Jato.

O pacote anticrime de Sergio Moro, que está para ser votado no Congresso, inclui a separação dos crimes para que a Justiça Eleitoral julgue somente crimes eleitorais … ou seja, os demais delitos iriam para as varas criminais e a Operação seguiria ‘firme e forte’.



Através de uma Medida Provisória, o presidente Jair Bolsonaro poderá ‘impedir’ os efeitos colaterais de uma decisão do Supremo.

A MP é um instrumento com força de lei, adotado pelo presidente da República, em casos de relevância e urgência.

Ela produz efeitos imediatos, porém depende de aprovação do Congresso Nacional para transformação definitiva em lei.



Sabe aquela turma do Congresso que foi eleita com o discurso de ‘mudar os rumos do país’ ?

Pois bem … é agora que eles devem entrar em ação e promover uma articulação entre  Moro, Bolsonaro e o Congresso.

Moro deve enviar urgentemente essa MP para o presidente da república. -Vamos ter calma! se depender do Ministro da Justiça "a lava jato não vai morrer".

Você precisa saber disso; Agora, Dias Toffoli, quer que Sergio Moro seja investigado  "Toffoli já ‘mandou’ investigar o procurador Deltan Dallagnol"


Veja agora; Raquel Dodge ataca Dias Toffoli de instaurar inquérito para apurar calúnias contra ministros

E mais; Em protesto contra Raquel Dodge, Procuradores pediram demissão

Com afastamento de Gilmar Mendes do STF, "Moro assume o cargo e vira Ministro do Supremo"

Com afastamento de Gilmar Mendes do STF, "Moro assume o cargo e vira Ministro do Supremo"



"Moro deve aceitar STF"

O  presidente da República Jair Bolsonaro, terá de indicar pelos menos dois novos ministros para o Supremo diante das aposentadorias compulsórias de Celso de Mello e de Marco Aurélio Mello - e Sergio Moro, Ministro da Justiça é um dos cogitados.



Se o ministro Gilmar Mendes for afastado do STF, Moro ocupará o cargo. O presidente Jair Bolsonaro diz que o Ministro da justiça é cogitado para ser Ministro do Supremo Tribunal Federal.

-O jurista Modesto Carvalhosa com a autoridade de um dos mais respeitados juristas do país, simplesmente destruiu nesta quinta-feira (7) o Ministro Gilmar Mendes.



     “Agora é o Fim”, decretou o jurista.

Carvalhosa ainda destacou a “promiscuidade” de Gilmar Mendes com os réus que são beneficiados com as concessões de Habeas Corpus e afirmou que ele não tem mais nenhuma condição de se manter no Supremo Tribunal Federal.



Vídeo; Globo faz Ana Maria Braga de fantoche ao vivo, para criticar  Sergio Moro ministro de Bolsonaro

Vídeo; Globo faz Ana Maria Braga de fantoche ao vivo, para criticar Sergio Moro ministro de Bolsonaro




A Globo  colocou Ana Maria Braga para ridicularizar duas declarações do ministro Sérgio Moro, do governo de Jair Bolsonaro, no Fantástico deste domingo (24).



Na ocasião, a emissora fez um comparativo de duas declarações do juiz na tela e colocou uma fala da apresentadora, que dizia: “Vamos ver o antes e o depois”.



Depois, ele diz que “caixa 2 é grave, mas não tão grave quanto crime organizado, homicídio e corrupção”. Por fim, o Louro José fecha o quadro ‘Isso a Globo Não Mostra’ com chave de ouro, dizendo: “É outra pessoa, né?”.

A frase; “Olha que delícia que é quando a gente faz a separação das imagens”, dispara Ana Maria Braga, quando Moro diz primeiro que “caixa 2 é pior do que corrupção”.

Ao meu ver, é preciso dar uma resposta no programa "Mais você" e sua apresentadora. #FORAMAISVOÇE, #FORAANAMARIA

Confira o vídeo:





Livre da toga, "os petistas conseguiram transformar a gestão pública em verdadeira esculhambação" Moro



O período em que o PT permaneceu no governo terá ainda que ser objeto de muitos estudos.
Em todos os setores, os petistas conseguiram transformar a gestão pública em verdadeira esculhambação, repleta de corrupção desenfreada e generalizada.



E o PT conseguiu ser tremendamente irresponsável até mesmo no que há de mais elementar em termos de relações internacionais.
Manter o criminoso Cesare Battisti no país, condenado por quatro assassinatos na Itália, foi um absurdo sem precedentes, mormente quando o Brasil mantinha acordo de extradição com a Itália.
O futuro ministro da Justiça Sérgio Moro opinou sobre o assunto e foi extremamente objetivo, como lhe é peculiar.



O caso teve motivações político-partidárias, diagnosticou o ex-magistrado.
E, sem dúvida, interesses inconfessáveis.


STF contra o pacote ante-corrupção de Sergio Moro

STF contra o pacote ante-corrupção de Sergio Moro




O Judiciário vai tentar barrar todas as reformas do governo

Sergio Moro quer que condenados por corrupção ou peculato cumpram prisão em regime fechado independentemente do tamanho da pena.

Dois ministros do STF, porém, já se anteciparam dizendo para o Estadão que isso não passa no Supremo.




O Judiciário vai tentar barrar todas as reformas do governo no combate à criminalidade e na economia.




-Só uma pergunta; Porque o STF tem medo de políticos poderosos? Não julga nenhum deles! ex; Collor, Renan, Barbalho, Lobão, Juca e muitos outros, porque?

As primeiras medidas de Moro contra o crime 'o fim da progressão de pena a presos ligados a organizações criminosas'

As primeiras medidas de Moro contra o crime 'o fim da progressão de pena a presos ligados a organizações criminosas'

As primeiras medidas de Moro contra o crime





Sergio Moro deve enviar mesmo ao Congresso, logo que assumir o ministério, várias propostas que visam a combater a impunidade que alimenta a criminalidade.



Entre elas, o fim da progressão de pena a presos ligados a organizações criminosas, regras mais duras para que crimes prescrevam e rigor para a comunicação de presidiários.



Tem um lá em Curitiba que continua a fazer reuniões políticas.
EX-MULHER DE PROTÓGENES PEDE A CABEÇA DE MORO

EX-MULHER DE PROTÓGENES PEDE A CABEÇA DE MORO


EX-MULHER DE PROTÓGENES PEDE A CABEÇA DE MORO



Roberta Luchsinger, ex-mulher do ex-delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, usou o Twitter para criticar a Operação Lava Jato e também para pedir a exoneração de Sergio Moro; "Meu ex marido Protógenes Queiroz foi exonerado da PF por caso similar, a Satiagraha anulada .... pq não exoneram Moro e anulam a Lava Jato também ?! A lei não é para todos ?!!", escreveu.


Segundo brasil247, a postagem faz referência direta à Operação Satiagraha, comandada por Queiroz em 2008, que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas e do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, já falecido. Em 2014, Protógenes foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por violação de sigilo funcional e em 2015 foi exonerado dos quadros da PF. A Operação Satiagraha foi anulada em 2011.







No Twitter, Roberta insinua que as ilegalidades e excessos cometidos ao longo da Lava Jato e validadas pelo juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sergio Moro, são similares as que levaram à exoneração de Protógenes e a anulação da Operação Satiagraha.

A batalha de Sergio Moro com o TCU, "tudo por um brasil melhor"

A batalha de Sergio Moro com o TCU, "tudo por um brasil melhor"


A batalha de Sergio Moro com o TCU


Marco no combate à corrupção, a Operação Lava-Jato escreveu algumas linhas inéditas no almanaque de investigações criminais do país. Pisando em território desconhecido, a operação se desenvolveu, amadureceu e superou 50 etapas. Nesse curso, acumulou centenas de condenações e levou uma infinidade de investigados à prisão. Mas o amadurecimento das investigações teve seu preço.




A polêmica causada pela decisão do juiz Sergio Moro, de proibir o uso de provas da Lava-Jato contra delatores e empresas que assinaram acordos de leniência com a força-tarefa em Curitiba, é o preço que se paga por perceber tardiamente um problema.

O caso, que acabou expondo o juiz a um confronto direto com instituições, como o Tribunal de Contas da União (TCU), tem sua origem nos primeiros acordos de delação premiada da Lava-Jato. Quando as primeiras negociações foram consumadas, em meados de 2014, nem os procuradores da Lava-Jato e nem os advogados dos delatores imaginavam que outros órgãos poderiam ignorar o acordo firmado na esfera penal e utilizar as confissões dos delatores para puni-los com pesadas multas em outras instâncias.




Essa lacuna das negociações ficou evidente já no acordo do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e doleiro Alberto Youssef. Depois de ter fechado a delação, o doleiro recebeu uma multa da Receita Federal de R$ 1 bilhão de reais. O mesmo aconteceu com os ex-executivos da Petrobras Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró também brindados pelo órgão com multas milionárias.




O  GLOBO revelou em 2015, o Fisco e o Ministério Público Federal chegaram a discutir internamente se havia alguma brecha para que os investigados que fizeram delações premiadas pudessem ser liberados do pagamento de impostos, multas e juros sobre os valores que foram desviados no esquema, uma vez que estavam colaborando com as investigações. No entanto, os auditores da Receita alegaram, na ocasião, que não havia nenhuma previsão na legislação fiscal e nem na lei que cria a delação premiada para esse tipo de benefício. A Lava-Jato se conformou.




Moro parte para cima de  "Dias Toffoli" eu não desrespeito o STF

Moro parte para cima de "Dias Toffoli" eu não desrespeito o STF

Moro parte para cima de  "Dias Toffoli" eu não desrespeito o STF



O juiz Sergio Moro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ainda aguarda publicação do acórdão da 2ª Turma do STF (que determinou o envio para a Justiça Federal de São Paulo dos depoimentos de dez delatores da Odebrecht), para decidir sobre sua competência para julgar o caso do sítio de Atibaia. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de ter sido beneficiado com reformas no local no valor de R$ 920 mil, feitas pelas construtoras Odebrecht e OAS, além do pecuarista José Carlos Bumlai.


Em ofício encaminhado na noite desta quarta-feira ao ministro Dias Toffoli, Moro afirmou que não vê desrespeito à decisão da 2ª Turma, uma vez que o acórdão ainda não foi publicado, e que decidirá em auto apartado sobre as chamadas "exceções de incompetência", apresentadas pela defesa de Lula e que argumentam que a Justiça Federal de Curitiba não tem competência para julgar o caso do sítio, devendo encaminhar os autos para a Justiça paulista.


Moro ressaltou que, ao julgar, vai decidir sobre os elementos que justificam a vinculação das reformas no sítio a acertos de corrupção em contratos da Petrobras, e que não "parece ser necessário demonstrar" que os valores recebidos da Petrobras pela OAS e pela Odebrecht tenham sido usados nas reformas do sítio. com o globo






URGENTE! Mais ameaças a Sergio Moro, ele está preocupado e pediu guarda-costas

URGENTE! Mais ameaças a Sergio Moro, ele está preocupado e pediu guarda-costas

Mais ameaças a Sergio Moro, ele pediu guarda-costas   


A revista Crusoé conta que após a condenação de Lula e o aumento do número de ameaças, o juiz Sérgio Moro passou a se preocupar mais com sua segurança. 

"Recentemente, em um e-mail, ele avisou a área de segurança que serve à Justiça Federal de Curitiba que faria uma viagem ao exterior e que, por causa dos “tempos turbulentos” (assim ele escreveu), precisaria da companhia de guarda-costas." 
"As medidas de segurança no prédio onde está o gabinete do magistrado também foram redobradas."




Homem discute com Moro durante depoimento

Homem discute com Moro durante depoimento

Homem discute com Moro durante depoimento



O escritor Fernando Morais e o juiz Sergio Moro, conforme informações da coluna Radar, da Veja, trocaram farpas na manhã desta segunda (11).


Morais, que escreve uma biografia de Luiz Inácio Lula da Silva, depôs como testemunha do ex-presidente na ação penal que investiga o sítio de Atibaia.
Na ocasião, o escritor disse que o acompanha desde 2010. Afirmou ainda, de acordo com a coluna, que, nesses oito anos, Lula sempre esteve disponível a todos os seus questionamentos.
Quando Fernando Morais contou ter ouvido de Bono Vox, cantor do U2, que Lula é uma espécie de Nelson Mandela, pois tem o poder de unir todas as raças, Moro o repreendeu.

“Aqui não é lugar para propaganda”, disse o juiz, pedindo para que o diálogo não entrasse para os autos do processo.
A interrupção foi questionada pelo advogado de Lula, Cristiano Zanin:

“Mas é importante, porque faz parte da história do Lula”.
Indignado, Fernando Morais rebateu:
“Não faço propaganda, faço jornalismo dos meus biografados”.
A biografia


A biografia de Lula foi anunciada por Morais em 2011, logo após o fim do segundo mandato do político como presidente. A ideia inicial do escritor era contar a trajetória do petista até a chegada à presidência. Em 2015, no aniversário de 70 anos de Lula, o autor chegou a falar, em um vídeo em que parabenizava o amigo, que “o livro está prontinho, só falta escrever”.
Fernando Morais é amigo pessoal de Lula e é o autor de “A Ilha”, livro-reportagem sobre Cuba lançado em 1976, além das biografias “Olga”, de Olga Benário, “Chatô – O Rei do Brasil”, de Assis Chateaubriand, e “O Mago”, de Paulo Coelho.




URGENTE! Juiz que criticou Sergio Moro pede demissão

URGENTE! Juiz que criticou Sergio Moro pede demissão

Juiz que criticou Sergio Moro pede demissão



O juiz Roberto Caldas, da Corte Interamericana de Direitos Humanos, pediu demissão de seu cargo após ter sido denunciado no Brasil por violência familiar, assinalou o organismo em uma nota nesta terça-feira (15).



A CIDH, com sede em San José, Costa Rica, declarou ter recebido o pedido de demissão do juiz Caldas na segunda-feira e “aceitou e deu efeito imediato a esta renúncia”.
O comunicado explicou que o ex-juiz da CIDH foi denunciado “por supostos atos de violência intrafamiliar em instâncias judiciais brasileiras”, um caso que o leva ao tribunal de Brasília por violência doméstica e familiar contra a mulher.



A esposa de Caldas o acusa de ter batido nela e a ameaçado de “perder seus filhos” se o denunciasse, e que, se fizesse, não teria credibilidade, pois ela não é “ninguém”, enquanto ele é “um advogado das causas sociais, advogado contra o trabalho escravo”.
A defesa do juiz negou as acusações de agressões físicas, embora tenha reconhecido as verbais, das quais diz se sentir “arrependido” já que são “injustificáveis”. “Os limites da ética foram superados”, declarou.


O presidente da CIDH, Eduardo Ferrer McGregor, assegurou que aguarda que os feitos denunciados no Brasil sejam investigados de maneira “diligente, rápida e oportuna no âmbito do devido processo”.
O titular do tribunal interamericano condenou, sem avaliar o caso de Caldas, “todo o tipo de violência contra a mulher”.


Caldas, que foi um dos sete juízes a compor o tribunal supranacional desde 2013 e que o presidiu entre 2016 e 2017, já havia apresentado uma solicitação de “licença indefinida” na sexta-feira. com Istoé







OPÁ!  Juiz acusado de agressão criticou Moro

OPÁ! Juiz acusado de agressão criticou Moro



Juiz acusado de agressão criticou Moro



Roberto Caldas, acusado de agressão pela ex-mulher, fez críticas públicas ao juiz Sergio Moro quando veio a público o áudio em que Dilma, ainda presidente, tenta livrar Lula da cadeia nomeando-o para a Casa Civil – o famoso “caso Bessias”.

“Em alguns países, quando se divulga elementos da investigação, esses elementos se tornam nulos.Vejam que grave isso pode ser: nulos. Por quê? Porque ao levar ao escrutínio público, antecipa a majestade do julgamento do juiz natural e originário da causa. Não pode haver esse grau de elevação dos ânimos. O continente americano precisa de paz, harmonia.”
Paz e harmonia.



A- SERGIO MORO (condenação perfeita, nem o STF conseguiu desfazer) Parabéns!

A- SERGIO MORO (condenação perfeita, nem o STF conseguiu desfazer) Parabéns!



A- SERGIO MORO; (condenação perfeita, nem o STF conseguiu desfazer) Parabéns!



Sérgio Fernando Moro; É um magistrado, escritor e professor universitário brasileiro. É juiz federal da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba e foi professor de direito processual penal na Universidade Federal do Paraná.


Hoje responsável pelos processos da operação lava-jato, já condenou várias pessoas importantes do alto escalão político do país. Recentemente condenou o ex-presidente Luiz Inácio lula da Silva (com repercussão nacional), a nove anos e seis meses de prisão no caso triplex do Guarujá.




Ao recorrer da sentença no TRF-4, o ex-presidente foi surpreendido com o aumento da pena para 12 anos e um mês de cadeia, em regime fechado.




Depois; O condenado já na primeira instância, tendo sua condenação confirmada pelo TRF-4 com aumento de pena, ele recorre em uma reunião de custódia, HC, no STF, mas a justiça prevaleceu que nem o (supremo tribunal federal), desmanchou o que [.........] foi feito pelo juiz federal Sergio Moro.


Quando o TRF-4, liberou o despacho para execução da pena, Sergio Moro imediatamente gastou apenas 22 minutos para expedir o mandato de prisão do ex-presidente, com tempo determinado. Neste caso lula teria que se apresentar a sede da PF em Curitiba, até as 17 horas do dia 06/04/2018. Neste intervalo de tempo a defesa entrou no STF com vários pedidos de HC tentando impedir a prisão do ex-presidente; Mas foi um fracasso; Então, todo mérito é dado ao juiz federal SERGIO MORO, que nem o supremo desmanchou o que foi feito por ele. Parabéns, MORO.