O MP de São Paulo remeteu à PGR a delação do doleiro Adir Assad, que disse ter repassado R$ 46 milhões de concessionárias do grupo CCR para operadores de diversos políticos, inclusive da petista Gleisi Hoffmann.

Blat também enviou a delação de Renato Vale, ex-CEO da CCR, que corrobora as informações fornecidas por Assad.



Segundo o ex-executivo, em 2010, Paulo Bernardo enviou seu chefe de gabinete para uma reunião com José Roberto Meirelles, diretor do grupo, com quem teria acertado o repasse de R$ 3 milhões.

As entregas foram feitas a Ernesto Kugler Rodrigues, o mesmo empresário citado por outros delatores da Lava Jato do Paraná. A petista nega ter recebido propina no caixa 2.