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Lava Jato sofreu a maior derrota de sua história




Deltan Dallagnol: Lava Jato prestes a sofrer maior derrota da história




Antevendo a aprovação do indulto de Michel Temer pelo STF, Deltan Dallagnol voltou às redes para alertar: “A Lava Jato está em vias de sofrer a maior derrota de sua história”…




“O presidente Temer ficará livre para indultar quem ele quiser neste ano”, escreveu no Twitter.

Por ora, somente Barroso votou para derrubar o indulto que perdoou corruptos.




Alexandre de Moraes, Celso de Mello, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski já deram sinais de que vão manter intacto o decreto.


Veja você mesmo, amanhã será assim! antecipação estratégica dos ministros.
-Ricardo Lewandowski levanta outro argumento em favor da concessão de indulto: a situação fiscal. Lembrou que cada preso custa em média R$ 3 mil por mês.

-Gilmar Mendes interrompeu o voto de Alexandre de Moraes para apoiar a tese do indulto presidencial e criticar o parecer de Raquel Dodge - e, indiretamente, o voto de Luís Roberto Barroso.

-Num aparte ao voto de Alexandre de Moraes, simpático ao poder “discricionário” do presidente para perdoar criminosos, Gilmar Mendes diz que o indulto também serve para impedir uma explosão do sistema penitenciário.

-A dobradinha com o decano
Alexandre de Mores, indicado ao STF por Michel Temer, conta com o auxílio luxuoso do decano Celso de Mello, que faz intervenções favoráveis ao indulto coletivo do presidente da República.

-Para Celso de Mello, presidente não é obrigado a indultar.
O ministro Celso de Mello contou que, certa vez consultado por José Sarney, disse que a concessão de indulto não é um ato obrigatório por parte do presidente.

-Moraes: perdoar multas é opção e não é novidade.
Contrariando entendimento de Luís Roberto Barroso no julgamento do indulto de Michel Temer, Alexandre de Moraes diz que perdoar multas é uma opção do presidente e não é uma novidade.

-Até o momento, toda a argumentação de Alexandre de Moraes no julgamento do indulto de Michel Temer reforça o poder do presidente para perdoar penas, sem que isso interfira na formulação e execução da política criminal.







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